Assim caminha a humanidade

Tudo era quente, tudo era tranquilo, até que um dia as luzes cegaram momentaneamente os olhos acostumados a meia luz da antiga morada. As pequenas mãos cortam o ar, e os pulmões se enchem pela primeira vez. Sem saber, quase imediatamente ao primeiro gole de ar, cabresto e arreio são colocados em seus olhos, pescoço e pensamentos; Condenado a uma sociedade que preza pelo quanto você tem na carteira, do que pelo que você tem na mente. Ao decorrer dos anos os arreios são apertados e o cabresto puxado, para que o questionamente se torne algo sórdido e que as idéias avessas aos interesses se tornem besteiras ou maluquices. Insiste. A máquina o esmaga, o rebate contra os próprios pensamentos. É jogado involuntáriamente ao sistema de segunda a sexta das 8 às 18. O arreio machuca, mas nem tanto assim… O cabresto aperta, mas não tão forte assim. O incômodo passa despercebido ao relatório para entregar, ou a cena que tem que se fazer para garantir o pagamento no dia 10. Os cabelos vão se tornando brancos, os gestos ficam perdidos. O hospício interno está cheio de “maluquices”. As idéias mirabolantes agora são motivo de risadas a beira da mesa do café. As juntas cansadas ainda precisam levantar-se cedo para pegar o primeiro ônibus que o leva para o trabalho extra, que o faz completar a pífia aposentadoria que recebe. Enquanto os netos correm pela sala, uma lágrima escorre ao ver que os cabrestos ainda permanecem, e além de tudo, perpetuam pela juventude dançante que pula aos seus olhos. Os poços de juventude cortados pela metade pelo sistema medótico instaurado para evitar questionamentos ou dúvidas. O mínimo já é muito. O pouco pra quem nunca teve nada é fortuna. E assim caminha a humanidade…

A Perda

O vento bate na janela… o barulho desperta do sono profundo, do sonho da realidade… O balde de água fria dissolve os últimos pensamentos e lembranças do bom sonho. Boceja, veste, abotoa, penteia, perfuma. Desce as escadas e olha em volta: calmaria… uma calmaria irritante, uma calmaria imposta, uma calmaria indesejada… Prepara o ralo café, a necessidade para não ter fome ao longo da incrivelmente interminável manhã… no caminho dentro do carro, as gotas da chuva se dissipam quando atingem o para-brisa, e um pensamento intermitente retumba na cabeça como badalos de um sino de igreja: O que eu estou fazendo da minha tão curta vida?… As lágrimas brotam sob a íris, a música o faz lembrar… a lembrança o remete a mais lembranças, como um teia tecida pela aranha da memória… uma teia de lembranças interligadas pela memória calejada, pedaços vazios, afinal a memória não é tão boa assim como outrora… Uma buzina, um farol fazem lembrar de que a vida está sempre por um fio… Esse fio intermitente entre o desconhecido escuro absoluto e a realidade… Mais um fio para a teia, distinto, porém semelhante… a lembrança da vida… lembrança, lembrança, lembrança… é só o que resta agora, e que o atinge direto no peito ao olhar para o lugar de repouso, onde agora jaz apenas as marcas deixadas através dos anos… Labuta, escreve, posta, finaliza, envia… vai embora… mais um item da rotina diária riscado do caderninho… e as lembranças reluzem como “neon” diante dos olhos… na volta pra casa, olha novamente para o jazigo de marcas e as lágrimas entornam de vez, sem necessidade para composturas e convenções…. as lágrimas caem no chão como as gotas de chuva tamborelando no para-brisas do carro… formam a poça de saudade… lava, enxuga, penteia, veste, arruma… deitado na cama fecha os olhos ainda acordado, repassando todo o seu dia mentalmente… “realmente ele não tem muito mais graça”…. adormece, sonha… e no sonho ele vem correndo, no mais perfeito estado de saúde… mental e corporal, pra matar um pouco a saudade, como sempre foi… sincero, irreverente, manso, bobo e alegre

Um anjo que latia

Antes de eu começar a descobrir meu mundo você chegou…. Quase tão novo e inexperiente quanto eu… descobrimos juntos a não ter medo, dormimos juntos, nos divertimos juntos, e fomos crescendo… apesar de eu crescer e ter cada vez menos tempo pra você, cada chegada em casa era uma festa, você me chamava pra brincar quando eu me sentia triste e sentava do meu lado quando eu estava pensando sentado no chão… Olhava pra mim com a maior inocência e sinceridade que alguém já me olhou…. Enfrentamos várias lutas juntos… e em um momento em que eu achei que não tinha mais ninguém do meu lado, que estava sozinho, foi você quem sentou de novo do meu lado e encostou sua cabeça no meu ombro, me passando uma compreensão e uma força quase assustadora pra alguém como você…. durante 13 anos eu não me senti sozinho, mesmo quando tudo na minha vida tinha virado de ponta cabeça…

E de uns dias pra cá foi você quem foi precisando de atenção…. Você não brincava mais como antes, se cansava fácil…. mas SEMPRE estava correndo atrás de mim para brincar nem que fosse por 5 min…. Foi virando um velhinho rabugento e dorminhoco, mas quando eu chegava em casa, quem aparecia só com os olhos e as orelhas de pé pra ver quem era??? Você! E quando me via, abaixava as orelhas e vinha cheio de manha pra eu dar alguma coisa pra comer ou fazer um carinho…

E no último momento que passamos juntos, num último esforço, você veio até mim, me lambeu o rosto e deitou nos meus pés ofegante e cansado…. Você já estava partindo, e pediu pra passar mais um momento com a gente… pediu pra dar mais uma mordida na minha mão e mais uma lambida no meu rosto… e então sua hora chegou… vieram te buscar pra parar com seu sofrimento, e você foi sem reclamar, de pé dentro do carro….

Ainda ouço seus choros de manha e seus roncos a noite…
Vou seguindo meu caminho sem esquecer de você
Mesmo sabendo que você agora está em paz e sem dor, é muito difícil acordar, e não ver vc me esperando no fim da escada com a cara toda amassada de sono, só pra me dar bom dia….

Fica com Deus
Te amo…

Meu infinito em você

Aqui vai uma das minhas composições, apesar de eu ter MUITAS acho que a primeira que posto por aqui, espero que gostem, fiz pra uma pessoa muito especial…

Meu infinito em você
por: Dani Fernandes

O vento sopra
Pra longe o meu amor
Falta o teu calor

O que me faz falta
Eu tento relembrar
Pra me levantar

O vento sopra
Pra longe o meu amor
Falta o teu calor

E os pensamentos
Buscam longe algum sinal
De um mundo irreal

(refrão)
E eu vou voar
Pra algum lugar
Onde encontre
A paz novamente

E eu vou buscar
Até a esperança cessar
Meu infinito em você

Na fuga eu me entrego
fecho os olhos e vejo você
E que mais me apavora
(e me assombra)
é o medo de te perder

(refrão)

Bom, é isso
espero que tenham gostado

Comentem! =P

Bjs a todos

A fulga da vida

Eu gostaria de tirar uma semana de folga da vida….

Já acordo cansado, maltratando meu despertador, caindo da cama, chutando tudo que encontro pela frente… Não acordo nem com o pé esquerdo e nem com o direito… caio de cara no chão mesmo…

Olho no espelho. Meus olhos ainda estão fechados de sono de 3, 4 dias atrás, mas a força da obrigação faz eles se abrirem um pouco, para ver o chão que se pisa e a labuta que os aguarda…. 8, 9 horas…. no final da semana, no final do expediente eu troco o computador pelo instrumento, e lá vou eu de novo, virar madrugada, tocar, ver a galera curtir o som… e quase implorar pra ser reconhecido…. e ser cobrado por não ter tanta gente assim no lugar…
Volto pra casa cansado…. dolorido…. e recebo um telefone pra trabalhar no sábado ou no domingo….

Eu queria tirar uma folga do trabalho, da banda, das obrigações, das minhas contas pra pagar, dos meus problemas, dos meus desesperos, da minha compulsividade, das minhas dores…. só uma folga… uma semana que seja, sem nada com me preocupar a não ser com minha bebida que está no Sol esquentando… ou da maré que está subindo… ou no que eu vou comprar pra comer na beira da praia….
Queria tirar uma folga de ver o que eu não preciso, de escutar mais do que eu quero, de engolir sapo pra garantir a grana no final do mês. Quero voltar a ser criança de novo, quando eu reclamava das minhas provas de 3ª e 6ª, quando eu só ria quando alguma coisa era realmente engraçada, quando minha ingênuidade ainda não tinha se perdido.

Sinto falta de sentar no sofá e curtir cada toada, som e nota da música que rola no CD Player… de dormir ao som de Uriah Heep e Pink Floyd no colo do meu pai…. pai…
Sinto falta de quando a lágrima caia livremente, e não precisava perfurar uma barreira de decepção calejada e marcada na retina…

Quero uma folga pra recuperar a esperança no mundo e em mim…
Quero uma folga pra tentar resgatar coisas que eu perdi e consolidar coisas que conquistei
Quero uma folga pra ajeitar a minha vida, pra arquivar e etiquetar tudo….

Quero uma folga da vida, pra me sentir um pouco mais vivo novamente….

o Sonho e a Viagem

Amanheceu….
Peguei meu despertador e apertei o famoso “soneca”. Despertou de novo. Apertei “soneca” de novo. Sonhei. E no meu sonho eu não tinha que me preocupar com coisas grandes, eu não tinha que me preocupar com o que eu tinha pra comer no trabalho no dia seguinte. Não tinha que sustentar as aparências, segurar meus impulsos, ou dar sorrisos amarelos. No sonho era só eu e o mundo, desnudos, uniformes e atemporais, donos de suas próprias proporcionalidades e particularidades. Eu sabia a importância de uma gota que caía, do vento que rugia e do som que exaltava. A beleza de célebres 5 minutos observando a vastidão do universo e imaginando quando que o sonho ia acabar. Sonho? que sonho? E lá vou eu, acordei de supetão, olhei para o relógio: atrasado (eu no caso). Levantei chutando minha guitarra na cadeira, xingando baixo e colocando o jeans, desci correndo as escadas do meu quarto, minha mãe me xingando por estar atrasado, e eu preocupado com o atraso, mas meio conformado, afinal já estava atrasado mesmo! Pego a primeira camiseta que eu vejo na gaveta, arrumo o cabelo, passo manteiga em 2 torradas e as engulo de uma vez só. Coloco meus fones, dou um beijo em minha mãe e saio pra rua pra mais um dia do trabalho, de manhã mas já cansado, de manhã mas já estressado. Viro a esquina e nem vejo a flor que floresceu naquela noite. Ando pela passarela com medo de ser assaltado e não vejo o céu azul parecendo um quadro na moldura das nuvens, sobre minha cabeça. Caminho até o terminal de ônibus pensando que eu não gosto da comida que sobrara da janta e estava levando na minha marmita, e não vejo o mendigo pedindo dinheiro pra comprar um pão na venda mais próxima. Entrei. Sentei. Ônibus lotado, mas consegui um lugar, ligo a música no último volume pra não ter mais percepção de nada ao meu redor. Passo os olhos pela paisagem sem realmente vê-las, pensando no dinheiro que não tenho, no Iate que não comprei, no problema que não resolvi e no trabalho que ainda não executei. E por um momento sinto falta de estar sonhando, de sentir a simplicidade, de tocar a vida mais com calma, de ter menos responsabilidade. Os olhos marejam pensando em dias melhores, mas as lágrimas não caem dos olhos calejados em segurar suas emoções. Desço. Ando, ando, ando. Sento na minha mesa e repasso esses 40 minutos na minha vida pensando quando vou conseguir realmente o que almejo. A vida simples que desejo e os dias felizes que ainda estão por vir….

A difícil arte da simplicidade

Nasce, cresce, e difunde…
Anda, pé ante pé, descobre, morde, brinca, esconde… entende o mundo que a rodeia, chateia-se e chora… muda, ama, decepciona, fala, escuta, fala mais do que escuta… escuta menos do que deveria… toma suas próprias conclusões do que acontece, decepciona-se novamente, chora novamente, não entende, se martiriza…. Ao decorrer da vida faz disto um ciclo e o chama de rotina, de sina, de cruz, chama a vida de vida… E esquece, esquece também dos detalhes que rodeiam e que passaram despercebidos dos olhos durante o ciclo, durante a rotina… o mendigo que pede esmolas para sobreviver mais um dia, o cachorro que pediu um carinho, o amor que pediu pra ser notado… tudo confunde-se ao cinza médio que os prédios já fizeram a conta de impregnar em seus olhos como plano de fundo, como moldura da obra de arte. A tristeza bate, o Sol se esconde, a depressão vem… a doença dos ricos (sic), pensamentos passam-lhe pela cabeça… e a flor na mesa de cabeceira só queria mais um gole de água para manter a beleza de suas pétalas… relatórios espalhados pelo chão,  a motivação pairando no teto, esperando a menor brecha para sumir… a bela vida conquistada com suor e gritos, passam-lhe pelos olhos sem achar algum importante fato que faça desistir da idéia que acabara de ter… pé ante pé (como aprendera na infância) se encaminha para o parapeito da varanda, e seu coração começa um pulo sem passo, uma sinfonia sufocante e aterrorizante, retumba nos tímpanos como batuques de fanfarra… sobe, se equilibra, pensa, chora…. e solta…. na queda pensa em tudo e em todos, pensa em como poderia ter melhorado com simples fatos, descobre o que tanto queria descobrir… olha pra cima e se arrepende, grita, tenta socorro, mas ninguém lhe ouve, todos preocupados com o trabalho de amanhã ou com suas dores profanas e calculadamente caladas… o desespero e o arrependimento aparecem, a ininteligencia é uma hipótese, e um refúgio para o momento não se tornar tão insano… num último suspiro pensa em quem ama, não pensa em ninguém… chora… misericórdia e reza se tornão o mantra e seu refúgio… fecha os olhos e espera… segundos se tornam horas, até que o escuro toma conta de tudo… não sente mais dor, não sente mais dúvida… o que lhe toma é a angústia eterna de ter desistido de tudo, quando tudo o olhava com a maior esperança do mundo…

A Obscuridade do escuro…

Os olhos se abrem, a realidade assombra. O balde de gelo costumeiro da manhã parece mais gelado e incomodo nesta manhã ensolarada, porém em escala cinza.

Os últimos acontecimentos se desprendem de um céu de cortinas azuis semi montadas, e caem como bigornas no chão cuidadosamente forrados de plumas e relva… A paz costumeira e falsa desaba como papelão ao vento, a vida não é uma caixinha de surpresas… dá-se conta que é apenas uma sucessão de acontecimentos já acontecidos, uma repetição infundade e indiferente aos sentimentos mundanos… a fita volta, e novamente o play é apertado. O que muda são os personagens, a vida é a mesma. O ciclo não cessa, porém não é tão longo assim…

A cada novo passo retoma-se o antigo, o passado, um futuro não tão imprevisível quanto acha… Sorrisos falsos, caras amarradas, faces montadas e planos arquitetados… Nada se move sem intenção, a como dizia o cientista: cada ação tem uma reação.

Ao imaginar quão longa será a vida, depara-se ao estigma de viver sabendo que o fim está mais próximo a cada dia, a ferida se abre a cada nascer do sol, e mais, e mais, e mais… Que a água do mundo desaparece a cada golada do copo, que o ar puro se extingue a cada respirada, que o Sol fica mais próximo do fim a cada nascer do dia, que o amor acaba a cada “Eu te amo”…

Um mundo com prazos de validade, é essa a realidade… tudo é previsivelmente provisório, toda claridade, no fim, acaba sendo obscura e toda obscuridade acaba como tudo… no escuro….

O pequeno vão, que se torna o abismo…

Caramba, essa semana eu quis tirar o atraso que eu tava de escrever no blog! Mudei o layout dele, aprendi a mexer no editor de HTML da Worpress! auhehuaehea

Bom, mas o que eu queria falar mesmo foi de alguns devaneios que tive ao decorrer dessa semana, desencadeados por vários motivos…
Na verdade eu fiquei pensando o que realmente separa a felicidade de algum sentimento extremamente oposto…
Por “n” motivos e pelas mais pesadas e difíceis experiências que tive, percebi que a distância entre felicidade e tristeza, ou felicidade e frustração, ou entre felicidade e os outros centenas de opostos que nosso dicionário pode definir pra esse sentimento, é mto pequena… o que nos torna feliz, pode de uma hora pra outra nos jogar numa queda sem fim para um abismo cheio de fantasmas… acho que até na verdade essa distância é irrisória, é quase que desprezível! O ápice de nossa felicidade está tão assustadoramente próximo de nosso fracasso que as pessoas as vezes abrem mão da felicidade para não sofrerem demais depois que essa felicidade acabar… a felicidade é como uma droga, ou como uma volta na roda gigante de um parque de diversões… A felicidade mtas vezes é confundida com posse, com dinheiro, com status social… a felicidade é, na minha humilde opinião, o sentimento mais complexo que existe na vida… a minha felicidade as vezes não é igual a sua, e o que te deixa feliz, pode me deixar depressivo.
É fato que nosso mundo caminha para a extinção da felicidade, onde tem gente que toma remédio pra depressão, que toma remédio pra ser feliz… a banalização do que é certo, do que é errado deixa as pessoas doentes, a imprecisão da palavra felicidade adoece nosso mundo; faz com que tenhamos guerras, que briguemos por coisas ínfimas, que um pedaço de terra seja mais importante que o ser humano. A hipocrisia de uma sociedade movimentada a base de capital acima de tudo nos faz ter doenças que há 150 anos não existiam. Conseguem agora ver o tamanho do abismo que aquele vãozinho desprezível se tornou? O “superlativismo” de tudo que temos hoje nós faz “superlativar” também nosso sentimento de perda, nossa insatisfação, nossa frustração.
Enfim, na verdade eu acho que a gente precisa levar a vida um pouco menos a sério, pq de uma hora pra outra todos nós podemos cair nesse abismo que nos aguarda, e essa massa que nos empurra pra cada vez mais perto pra borda do penhasco…

Bjos a todos que lêem aqui

e como sempre, por favor, COMENTEM NESSA BIROSCA! hahaha =P

Daniel by Daniel

Olha só, e eu prometendo que ia voltar a postar mais e tal… e bom… acho que não cumpri mto bem isso né? hahahahahaha… bom, nesse meio tempo minha banda tem feito mtos shows, e estava no meio de um trabalho de conclusão de semestre… então não acabei dando mta atenção pra cá…. entãaaaaaaaaao, eu resolvi fazer uma entrevista minha por mim msm hahahaa. Pra vcs me conhecerem melhor.. então lá vai:

Nome: Daniel Fernandes
Idade: 22 anos
Aniversário: 04/08
Signo: Leão
Paixões: Música, música e música!
Uma comida: Pizza
Um doce: Bala de goma
O que não vive sem: Meu óculos! hahahaha
Profissão dos sonhos: Fazer sucesso com a minha banda… mas se não rolar, diretor de arte
Um lugar: Argentina
Uma companhia: Rafa
Uma música: Nothing Else Matters (Metallica)
Uma banda: Jota Quest
Um amigo: considero 4 pessoas mais doq amigos, João Garrido, Diogo Felipe, Jeckson Fernandes e Gabriela Pincinato
Um time: Palmeiras!
Um instrumento: Contra Baixo
Uma cor: Azul, gosto de Roxo tb
Uma coisa ruim: Sou mto solitário, desde pequeno
Uma coisa boa: estar com meus amigos por perto
Uma viagem: Porto Seguro
Uma superação: cada dia da minha vida é uma superação
Um prazer: Subir no palco e tocar, vendo a galera curtindo nosso som
Uma decepção: As piores são as pessoas quem causam, acho que pensar uma coisa e descobrir que aquilo ou aquele momento não é totalmente verdadeiro

Bom, não consigo pensar em mais mta coisa, mas aceito sugestões… então , se vcs quiserem saber mais alguma coisa é só perguntar nos comentários…
Um bjos pra todos que lêem aqui

Comentem nesta birosca!! =))

 

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